Daqueles momentos em que achamos que o medo da vida é algo unânime e
de todas as vezes que desejamos algo e isso se torna quase que uma meta.
Valer a pena sentir as doses diárias da morte no nosso dia-a-dia, é algo quase que obrigatório.
Por que não sentir o medo da vida, se a morte é algo que já está predestinado?
A felicidade é forte, a nossa auto-estima vai longe.
Quem poderia falar de amor, se nunca sentiu essa sensação?
Amor é bom, amor é ruim.
Estamos queimando e estamos nos transferindo para mais, para mais uma vontade louca de poder fazer aquilo que, um dia, nos deixou feliz.
Essa vontade insaciável de estar bem com nosso próprio EU é algo mais do que utópico.
mesmo enquanto estamos cientes de que nossa felicidade é pura e verdadeira.
verdadeira é a verdade, verdade pode ser prova e a prova poderia ser a única chance de tentar acertar.
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